
Se procuraste “cardi b onlyfans account”, provavelmente queres perceber duas coisas: o que ela faz (e não faz) na plataforma e porque é que isso funciona tão bem. Eu sou o MaTitie, editor na Top10Fans, e vou usar o caso da Cardi B como um mapa prático — não para copiares a estética dela, mas para aplicares o modelo à tua realidade de criadora de dança com coreografias sensuais, a viver em Portugal, a tentar estabilizar engagement e, sobretudo, retenção.
A Cardi B é um exemplo raro de “super-fama” que ainda assim escolheu um posicionamento muito claro no OnlyFans: acesso e bastidores, com limites explícitos. E é precisamente esse equilíbrio que ajuda imensas criadoras a sair do ciclo de stress (“posto muito e mesmo assim as pessoas desaparecem”) e a entrar num ciclo mais previsível (“sei o que vendo, a quem vendo e como mantenho”).
O que é a conta OnlyFans da Cardi B (e porque interessa a criadoras)
A informação pública mais citada sobre a conta da Cardi B aponta para três pilares:
Audiência gigante fora do OnlyFans: ela tem cerca de 163 milhões de seguidores no Instagram. Com um topo de funil assim, existe massa crítica para converter uma pequena percentagem em subscrições.
Entrada no OnlyFans em 2020: a conta foi lançada em agosto de 2020.
Posicionamento não explícito: no anúncio inicial, ela deixou claro que iria publicar BTS (“behind the scenes”), conteúdo do dia a dia e interação com fãs, e negou conteúdo explícito. Ou seja: vende proximidade, narrativa e acesso — não nudez.
Há ainda uma estimativa muito repetida de ganhos mensais na ordem dos 9 milhões de dólares (com números como 9,34M/mês citados em agregadores e artigos). Não precisamos de tratar esse valor como “garantia”, mas como um sinal de que um produto de acesso pode escalar muito quando há: (a) marca forte, (b) promessa clara, (c) consistência e (d) boa conversão.
Para ti, a lição não é “ganhar milhões”. A lição é: um modelo não explícito pode reter muito bem quando o conteúdo é desenhado para continuidade — e isso encaixa perfeitamente em dança, coreografias, ensaios, bastidores de gravação e evolução técnica.
Porque é que “não explícito” pode reter melhor do que “mais e mais ousado”
Quando uma criadora sente pressão para “subir a fasquia” todos os meses, a retenção pode tornar-se emocionalmente cara: cada renovação parece depender de ires mais longe. O que a Cardi B fez (e afirmou de forma directa) foi pôr um travão logo no início: limites claros.
O efeito real dos limites
- Reduz pedidos desconfortáveis (menos fricção diária em mensagens).
- Aumenta confiança: o fã sabe o que esperar — e por isso compra por escolha, não por “curiosidade suja”.
- Facilita planeamento: consegues criar séries, rubricas e formatos repetíveis.
Isto também aparece, com outras palavras, em histórias públicas de criadoras e figuras mediáticas que falam sobre “o que não fazem” no OnlyFans para proteger a vida pessoal e relações (ver a referência da Mirror sobre limites). O ponto não é a moral; é a sustentabilidade.
O “produto” da Cardi B no OnlyFans: acesso, bastidores e conversa
Se eu tivesse de resumir a proposta num menu simples, seria:
- BTS de projectos (ex.: bastidores de um videoclip/ensaio)
- Dia a dia (momentos reais, sem grande produção)
- Q&A e temas que os fãs “querem saber”
- Um espaço “só para ela e fãs” (comunidade, sensação de proximidade)
Para uma criadora de dança, isto traduz-se quase de forma directa:
4 pilares de conteúdo que dão retenção (sem te esgotares)
- BTS de coreografias
- Aquecimento, repetição de passos, falhas engraçadas, microvitórias.
- “Estúdio + vida real” (low effort, alta intimidade)
- 30–60 segundos: “hoje estou a testar uma música nova”, “qual versão preferes?”
- Interação com guião (para não te drenar)
- Pergunta da semana + resposta em vídeo curto.
- Séries com continuidade
- Ex.: “Coreografia em 7 dias” (um pedaço por dia). A pessoa fica para ver o final.
A retenção adora histórias com capítulos. O feed precisa de ser menos “póster” e mais “novela curta”.
“Cardi b onlyfans account”: como ela converteu audiência de Instagram em subscritores
Com 163M no Instagram, ela tem volume. Mas o princípio é aplicável mesmo com 3k, 30k ou 300k: a conversão acontece quando a promessa é específica.
Repara na estrutura do anúncio que ficou famoso:
- convite directo para subscrever,
- indicação do que vai existir (BTS + dia a dia),
- limite explícito do que não vai existir,
- reforço de “só eu e os meus fãs”.
O que copiar (de forma ética) na tua comunicação
- Uma frase de promessa (o que recebo aqui que não tenho no Instagram?)
- Uma frase de limites (o que não vendo / não aceito)
- Uma frase de pertença (o que faz esta comunidade diferente?)
Exemplo pronto (adapta ao teu tom):
“Aqui tens bastidores das minhas coreografias, ensaios e versões alternativas. Sem pressões nem pedidos fora do meu estilo. É o meu estúdio, mais próximo — para quem quer acompanhar a evolução.”
Quanto é que a Cardi B ganha no OnlyFans (e o que isso muda para ti)
Os FAQs públicos mais citados apontam para:
- Entrada: agosto de 2020
- Conteúdo: estilo de vida + bastidores, não explícito
- Ganhos: valores reportados na ordem de ~9,34M/mês em algumas fontes
Para ti, o valor útil não é o número — é a matemática por trás:
A matemática realista da retenção (para reduzir ansiedade)
Em vez de pensares “preciso de mais likes”, pensa:
- quantas pessoas entram por mês,
- quantas renovam,
- quantas saem,
- e qual é o teu “motivo de ficar”.
Se hoje sentes engagement irregular, o teu foco deve ser:
- aumentar renovação com séries e rubricas,
- reduzir churn (cancelamentos) com onboarding e calendário previsível,
- subir ARPPU (média por fã pagante) com add-ons que não exijam “subir o explícito”.
Estratégia de retenção em 30 dias (modelo prático para criadora de dança)
Vou deixar-te um plano directo, desenhado para alguém que cria coreografia sensual e quer consistência sem se perder em mil ideias.
Semana 1 — “Onboarding” para novos subscritores
Objectivo: quem entra perceber imediatamente o que existe e o que vem aí.
- Publica um vídeo de boas-vindas (30–45s): “como funciona aqui”.
- Fixa um post com:
- calendário semanal,
- regras de pedidos,
- o que é PPV (se usares) e o que é incluído.
- Cria uma mini-série: “A coreografia da semana” (3 partes).
Semana 2 — “Provas de continuidade”
Objectivo: criar hábito.
- Segunda: teaser do tema + votação (duas músicas).
- Quarta: parte 1 (técnica + flow).
- Sexta: parte 2 (versão final).
- Domingo: BTS (1 minuto) com nota pessoal (“o que correu bem/mal”).
Semana 3 — “Intimidade sem explicit”
Objectivo: proximidade emocional (é isto que segura muitas renovações).
- Um “talking clip” curto: como escolhes músicas, figurinos, energia.
- Um post com “pergunta da semana” para guiar mensagens.
- Um vídeo “sem produção”: alongamentos + conversa (30–60s).
Semana 4 — “Momento de recompensa”
Objectivo: dar a sensação de que valeu ficar o mês todo.
- Lança uma versão alternativa: “slow”, “dark”, “playful”.
- Compila um mini “best of” do mês (30–45s).
- Faz uma votação do próximo mês (a pessoa investe e, por isso, permanece).
Como definir limites (sem parecer fria) — a grande lição do caso Cardi B
A frase “não vou mostrar X” funcionou porque foi:
- directa,
- sem desculpas,
- e alinhada com a marca dela.
Para ti, limites podem ser mais subtis, mas devem existir. Sugestões de limites típicos para dança:
- sem pedidos que impliquem actos ou temas que não fazem parte do teu trabalho,
- sem personalizações com identificação (ex.: nomes ditos em vídeo) se isso te causar desconforto,
- sem envio de conteúdo fora da plataforma.
O truque é escrever limites como política de estúdio, não como discussão:
“Para manter o ambiente seguro e criativo, trabalho com estes formatos e não aceito pedidos fora deles.”
Isto reduz a negociação e protege a tua energia.
Conteúdo “BTS” que vende em dança (sem gastares horas)
BTS não é “mais um vídeo”. BTS é o que o fã sente que não podia ver noutro sítio.
Ideias de BTS rápidas e com alta retenção:
- o momento exacto em que encontras o “passo assinatura”,
- 10 segundos de repetição (loop) + legenda “até isto ficar perfeito”,
- escolha de figurino (duas opções) e depois o “resultado final”,
- “antes/depois”: ensaio vs gravação final,
- notas de coreografia (esboços, contagens, marcações no chão).
O valor está no processo — e o processo cria ligação.
Preço, bundles e upsells sem “forçar” o tom
Sem entrar em números específicos (porque dependem do teu nicho e do teu tempo), a regra de ouro é:
- Subscrição = continuidade + comunidade
- Extras = personalização leve / versões alternativas / bastidores longos
Se o teu engagement é irregular, evita um modelo em que dependes de picos de vendas. Constrói um catálogo pequeno, repetível:
- “versão alternativa” mensal,
- “aula mini” (2–3 minutos) para quem quer aprender um trecho,
- “BTS estendido” quando fizer sentido.
E mantém sempre a promessa base clara, como a Cardi B fez: as pessoas não podem sentir que “o bom” está sempre atrás de uma barreira surpresa.
Gestão emocional do engagement (porque a tua cabeça também conta)
Quando o engagement oscila, o cérebro faz uma leitura cruel: “estou a perder relevância”. Nem sempre é verdade; muitas vezes é só:
- sazonalidade,
- horários,
- saturação de feed,
- mudanças de hábito dos fãs.
A retenção melhora quando tu tens um sistema que funciona mesmo em semanas fracas. Sugestão simples:
- escolhe 2 dias fixos para posts principais,
- 1 dia para BTS leve,
- e define um formato de mensagens com guião (“Pergunta da semana”).
Menos improviso = menos ansiedade.
O contexto do mercado (Europa) e porque a consistência é o teu superpoder
Relatórios sobre a creator economy na Europa continuam a sinalizar crescimento e competição (ver referência da Openpr.com). Traduzindo para o dia a dia: há mais criadores, mais oferta, mais ruído — e por isso ganha quem:
- tem promessa clara,
- publica com regularidade,
- e cria uma relação que não depende de choque.
A Cardi B já tinha fama; ainda assim, o que a diferenciou no OnlyFans foi a clareza do “produto” e a gestão de expectativas. Para uma criadora independente, isso é ainda mais importante.
Perguntas frequentes sobre a conta OnlyFans da Cardi B
Quando é que a Cardi B entrou no OnlyFans?
A informação mais repetida em artigos e FAQs aponta para agosto de 2020.
A Cardi B publica conteúdo explícito no OnlyFans?
Não. O posicionamento público atribuído à conta foca bastidores, lifestyle e updates, com limites claros sobre nudez/explícito.
Quanto é que a Cardi B ganha por mês no OnlyFans?
Existem estimativas públicas muito citadas na ordem dos ~9,34 milhões de dólares por mês. Trata isto como um valor reportado por terceiros, não como um número oficial universal.
O que posso aprender com isso se eu for criadora de dança?
Que BTS + narrativa + limites + consistência são um pacote poderoso para retenção — e não exigem “subir o explícito” para funcionar.
Fecho: transforma curiosidade em retenção (o teu caminho, não o dela)
Se há uma mensagem que quero que leves deste “cardi b onlyfans account” é esta: o OnlyFans pode ser um produto de acesso e continuidade, não uma corrida para ver até onde consegues ir. Para uma performer de dança, isso é libertador: o teu corpo e a tua arte já são o centro — agora falta transformar isso numa experiência com capítulos.
Se quiseres, junta-te à Top10Fans global marketing network para ganhares visibilidade internacional com uma base mais estável (e sem perderes a tua identidade).
📚 Leituras recomendadas (para ires mais fundo)
Se quiseres contextualizar melhor o mercado e ver exemplos públicos de limites e estratégias, estas leituras ajudam.
🔸 Relatório sobre a creator economy na Europa (2026–2033)
🗞️ Fonte: Openpr.com – 📅 2026-01-20
🔗 Ler o artigo
🔸 Katie Price diz o que não faz no OnlyFans por respeito à família
🗞️ Fonte: Mirror – 📅 2026-01-19
🔗 Ler o artigo
🔸 Jessie Cave usa OnlyFans para financiar cirurgia e envolver fãs
🗞️ Fonte: 20minutos.es – 📅 2026-01-19
🔗 Ler o artigo
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