A cheeky Female From Hamburg Germany, learned studio lighting from fashion workshops in their 50, exploring semi-retirement options, wearing a oversized beige sweater and jeans, brushing off dust in a skate park.
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Sou o MaTitie, editor na Top10Fans, e vou ser direto contigo, Sh*Nai: a pergunta “qual é o OnlyFans mais seguido do Brasil?” quase nunca tem uma resposta limpa e verificável — e isso é precisamente a parte mais útil para ti.

Não porque o tema seja “mistério”, mas porque muita gente confunde três coisas diferentes:

  1. Seguidores nas redes (Instagram/X/TikTok)
  2. Subscritores pagos no OnlyFans
  3. Receita real (que quase nunca é pública)

No dia-a-dia, quando alguém diz “o mais seguido”, costuma estar a falar de barulho (alcance nas redes) e não de negócio (retenção, ARPPU, DMs pagas, PPV e renovações). E, como criadora em Portugal a construir uma marca de body art com limites bem definidos, o que te interessa não é ganhar a “taça” do hype — é ganhar controlo, previsibilidade e paz enquanto cresces.

A seguir, vou ajudar-te a:

  • perceber o que “mais seguido” pode significar na prática;
  • mapear o que as contas brasileiras maiores fazem bem (sem eu fingir que consigo auditar números privados);
  • transformar isso num plano aplicável ao teu estilo (sensual, empoderamento, confiança corporal, tatuagens);
  • reforçar segurança, porque 2026 começou a lembrar-nos que crescer também atrai riscos.

1) O que é, na prática, “o OnlyFans mais seguido do Brasil”?

“Mais seguido” pode ser uma miragem

O OnlyFans não funciona como uma rede social clássica em que toda a gente vê um ranking público de seguidores. O que existe é:

  • subscrições (pagas ou com promoções);
  • likes por post;
  • interações em DMs;
  • tráfego que vem de fora.

Ou seja: mesmo que uma criadora seja gigantesca no Instagram, pode ter:

  • muitos curiosos que nunca pagam; ou
  • muitos subs que entram por desconto e saem ao fim do mês; ou
  • um “core” pequeno mas altamente rentável e fiel.

A pergunta certa (para ti) não é “quem é”

É “que sinais repetem as contas que dominam no Brasil?”
Porque os mecanismos que fazem uma conta brasileira explodir são os mesmos que funcionam contigo em Portugal — só mudam idioma, estética e cultura.

E há um contexto importante: o OnlyFans é enorme e já ultrapassou a fase “nicho”. Em 2024, a plataforma tinha mais de 4 milhões de criadores e 370 milhões de utilizadores registados (dados citados em análises públicas do setor). Isto não é para te assustar: é para te lembrar que, com tanta gente, ninguém cresce só com “conteúdo bonito”. Cresce com sistema.


2) Um retrato realista do “topo”: alcance, receita e consistência

Vou dar-te uma regra de ouro que uso a avaliar criadores (e que te protege de frustração):

Alcance compra atenção. Sistema compra receita. Limites compram longevidade.

As contas “mais seguidas” (no sentido popular) normalmente dominam em 3 frentes:

A) Funil agressivo de entrada

  • clips curtos e repetíveis (reels, TikTok, shorts);
  • ganchos visuais claros (silhueta, tatuagens, estilo);
  • chamadas para ação simples (uma só plataforma principal + 1 backup).

B) Oferta fácil de entender

Não é “tenho conteúdo”. É:

  • “tens X tipo de conteúdo, com Y frequência, e Z extra se fores VIP”.

Se o teu posicionamento é body-confidence com estética tatuada, o teu “X” pode ser:

  • séries temáticas (“Tinta & Confiança”: 4 posts/semana);
  • bastidores e histórias por trás de cada tattoo;
  • ensaios sensuais com regras (sem pressão para escalar além do teu limite).

C) Rotina de retenção

No topo, quase ninguém vive de “novos subs” apenas. Vive de:

  • renovar subscrições;
  • vender PPV sem destruir confiança;
  • fazer o fã sentir-se visto sem perderes controlo.

E aqui entra a tua luta real: fãs insistentes. Se tu cedes para “não perder”, ganhas ansiedade e perdes consistência. Se tu manténs limites e comunicas bem, perdes alguns e ganhas os certos.


3) O que o Brasil ensina (sem idolatria e sem copiar)

O Brasil é, historicamente, um mercado com enorme cultura de redes sociais e criadores. O que eu vejo a funcionar melhor (e que podes adaptar) é:

3.1 “Personalidade antes de nudez”

Mesmo em conteúdo explícito, o que segura subs é:

  • narrativa;
  • ritual;
  • personagem (no bom sentido: identidade consistente).

Para ti, isto é ouro, porque a tua vantagem competitiva não é “mostrar mais”. É mostrar melhor:

  • a tua estética de body art;
  • a tua linguagem de confiança corporal;
  • a tua capacidade de criar um espaço seguro e sensual, sem seres empurrada.

Exemplo prático (aplicável já):

  • Define 3 pilares fixos:
    1. “Arte no corpo” (detalhes, close-ups artísticos, história da tattoo)
    2. “Energia sensual com limites” (lingerie, luz, poses, sem ultrapassar linhas)
    3. “Confiança & treino mental” (mini-áudios, textos, rituais de autoestima)

Isto cria identidade. Identidade cria retenção.

3.2 Consistência que parece “inevitável”

O topo parece espontâneo, mas é calendário:

  • dias fixos;
  • formatos fixos;
  • “momentos” previsíveis (ex.: sexta = drop premium).

Se hoje estás a aprender limites “à força” por causa de fãs pressionadores, consistência é a tua armadura: quando tens regras e calendário, tens menos espaço para chantagens emocionais.

3.3 Limites como produto (sim, produto)

Isto é contraintuitivo: ao dizeres “não faço X”, tu:

  • filtras o público;
  • proteges energia;
  • atrais quem respeita.

E isso melhora a tua taxa de renovação.

Frase que resulta (curta, firme, sem justificar demais):

  • “O meu conteúdo é sensual e artístico. Não faço pedidos que ultrapassem as minhas regras. Se isto não é para ti, tudo bem.”

4) “Mais seguido” vs “mais rentável”: a métrica que te interessa

Se o objetivo é crescer sem te perderes, foca-te em 4 números internos (todas as criadoras sérias vivem disto):

  1. Taxa de renovação
  2. Receita por subscritor (média)
  3. % de subs que compram PPV
  4. Tempo semanal gasto por € ganho

O “mais seguido” do Brasil pode ganhar muito. Mas tu não precisas ser a maior para ter uma vida boa — precisas de margem.

Um enquadramento de mercado (para calibrar expectativas)

Há análises públicas (por exemplo, relatórios tipo “Wrapped” de fontes de dados do ecossistema) que apontam receitas anuais na ordem dos milhares de milhões para a plataforma e um crescimento contínuo. Traduzindo para ti: o dinheiro existe, mas é distribuído de forma brutalmente desigual. Logo, a tua vantagem é estratégia, não comparação.


5) Como transformas a inspiração “Brasil” num plano Portugal (30 dias)

Vou propor-te um plano prático, desenhado para alguém que:

  • quer crescer;
  • quer manter limites;
  • tem stress com fãs insistentes;
  • e constrói uma marca estética (tatuagens) com sensualidade.

Semana 1 — Arrumar a casa (posicionamento + regras)

Objetivo: parar de negociar contigo mesma.

  • Escreve 10 linhas de “manifesto” (não para publicar, para ti):

    • O que ofereces
    • O que não ofereces
    • O que consideras respeito
    • O que acontece quando alguém ultrapassa limites
  • Define 5 regras de DM:

    1. resposta em horários específicos (ex.: 2 janelas/dia)
    2. pedidos personalizados só via tip
    3. uma advertência curta → depois restrição
    4. “não” sem justificação longa
    5. lista de palavras/temas que bloqueias mentalmente (gatilhos)
  • Ajusta a tua bio e a mensagem automática:

    • “Conteúdo sensual e artístico focado em body confidence e body art. Pedidos personalizados disponíveis com regras e tip. Respeito sempre.”

Semana 2 — Série âncora + prova social

Objetivo: dar um motivo concreto para ficar.

Cria uma série com nome (isto é muito “Brasil”: naming vende):

  • “Tinta & Confiança: Episódio 1–4”
    Cada episódio tem:
  • 1 post “teaser” (leve, artístico)
  • 1 post “hero” (mais forte, mas dentro do teu limite)
  • 1 áudio curto (30–60s) de coaching/confiança
  • 1 DM em massa a anunciar o episódio (sem mendigar)

Semana 3 — Monetização sem desgaste

Objetivo: ganhar mais por fã, com menos ansiedade.

  • Introduz PPV com transparência:
    • “Drop premium 1x/semana. Quem compra recebe também making-of.”
  • Cria 3 níveis de oferta, mesmo que não sejam tiers oficiais:
    1. Sub base: feed + mensagens periódicas
    2. VIP: bundle mensal (pago à parte) com 4 PPVs
    3. Personalizado: regras + preço mínimo + prazo

Isto reduz DMs caóticas. E protege-te de “fãs a puxar”.

Semana 4 — Distribuição (crescer fora sem te expores mais)

Objetivo: aumentar tráfego mantendo limites.

Escolhe 2 canais externos (não 5):

  • um para alcance (ex.: reels)
  • um para comunidade (ex.: X ou outra rede onde te sintas confortável)

Regras:

  • 80% conteúdo seguro para partilhar
  • 20% teaser com estética e promessa
  • nunca negocies limites em comentários
  • direciona sempre para “um próximo passo” simples

Se quiseres aceleração real, é aqui que faz sentido um empurrão profissional: join the Top10Fans global marketing network (sem pressa; só quando o teu sistema estiver estável).


6) Segurança primeiro: crescer atrai atenção (e ataques)

Não vou dramatizar, mas vou ser responsável: nos últimos dias surgiram notícias sobre uma exposição massiva de credenciais envolvendo serviços populares, incluindo referências a contas OnlyFans, Instagram e Gmail, associadas a malware de roubo de informação e bases de dados deixadas acessíveis (ver Mint e Wired Italia nas leituras recomendadas abaixo).

Isto interessa-te por um motivo simples: quando começas a crescer, aumentas a probabilidade de:

  • tentativas de login;
  • phishing por DM/email;
  • doxxing social (tentarem ligar a tua identidade pessoal ao teu trabalho).

Checklist mínima (faz hoje, 20 minutos):

  • palavra-passe longa e única para email e OnlyFans
  • 2FA ativado (de preferência app autenticadora)
  • email separado para trabalho (sem o teu nome)
  • revê sessões ativas e dispositivos ligados
  • não abras ficheiros “briefs” ou “propostas” enviados por desconhecidos
  • define uma frase padrão para chantagem: “Não aceito ameaças. A conversa termina aqui.”

Limites digitais são limites emocionais. Se a tua ansiedade sobe, a tua consistência cai. Protege a base.


7) E então… quem é “o mais seguido do Brasil”?

Se eu te desse um nome aqui, eu podia estar a:

  • confundir seguidores de rede com subs pagos;
  • repetir boatos;
  • ou promover uma métrica que não muda nada no teu dia-a-dia.

O que eu posso fazer (e é o que te ajuda) é dar-te a leitura certa:

  • O “mais seguido” é, quase sempre, quem domina distribuição (redes) + oferta simples + rotina.
  • Tu consegues competir sem “mostrar mais”, se dominares identidade + retenção + limites.
  • E, como criadora em Portugal, tens uma vantagem: podes construir uma marca internacional com estética diferenciada (body art) e uma voz de empoderamento que não depende de choque.

Se quiseres, diz-me:

  • se o teu conteúdo é mais “soft” ou mais “spicy” (sem detalhes explícitos);
  • o teu preço atual;
  • e quantas horas por semana podes dedicar sem te queimares.
    Eu devolvo-te um plano de crescimento de 90 dias, todo alinhado com limites e com a tua estética.

📚 Leituras recomendadas (para ires mais fundo)

Se quiseres contexto e boas práticas, estas três peças ajudam a calibrar risco e mercado:

🔸 Massive breach expõe passwords com contas OnlyFans
🗞️ Fonte: Mint – 📅 2026-01-24
🔗 Ler o artigo

🔸 Base de dados expôs milhões de palavras-passe
🗞️ Fonte: Wired Italia – 📅 2026-01-23
🔗 Ler o artigo

🔸 México lidera OnlyFans na AL em produção e consumo
🗞️ Fonte: Diario de Yucatán – 📅 2026-01-22
🔗 Ler o artigo

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